Executivos

História do Executivo

O papel, Executivo, surgiu no século XVI, quando muitas Companhias cresciam assustadoramente e em pouco tempo e se tornaram uma sociedade anônima e houve a necessidade de uma pessoa , não necessariamente os donos, assumir a responsabilidade de administrar a empresa. Na época sua função mais importante era manter a comunicação entre patrão e trabalhadores. Somente no século XIX é que ser executivo ganha mais prestígio pois, foi aqui que tiveram mais liberdade para usar suas habilidades sem ter que envolver o dono em suas decisões, o que era comum na época.
No Brasil,na década de 70, foi realizada pesquisas para traçar o perfil desde novo personagem no Brasil e este foi o cenário para a ascensão de um dos mais importantes cargos corporativo: o executivo. Como descrito pelo jornalista britânico Anthony Sampson, o Homem da Companhia: "Seguir o rastro das variáveis que moldaram o executivo leva ao caminho da evolução e da modernização das próprias empresas, até então comandadas por seus donos".

Num mercado onde as qualificações técnicas assemelham-se cada vez mais, estes traços pessoais que não constam no currículo são muito valorizados.
A criatividade e a capacidade de criar soluções estruturadas possíveis e viáveis a partir de situações pré-existentes são qualificações bem desejadas. é preciso ser criativo, por ém realista. Mais que isso, é preciso criar soluções capazes de envolver os outros e não somente causem a elevação de quem a criou inicialmente. As soluções devem desenvolver-se como redes, com cada um acrescentando a sua contribuição.
Inspirar os outros, fazendo com que as coisas aconteçam através da equipe é outra qualidade bastante apreciada. Executivo não é aquele que diz somente “eu quero”, mas aquele que promove condições para que seja feito, desenvolve times, consegue mobilizar para um determinado caminho ou objetivo, lidera em vez de somente chefiar e isso só é possível se o executivo tiver reputação e um propósito para a empresa, uma visão que ele persegue e busca realizar, além de uma conduta coerente com isso. Comunicar-se bem tanto por escrito como verbalmente é requisito fundamental. Este executivo também deve ter capacidade de ouvir e entender as pessoas e o que está a sua volta, conseguindo assim montar medidas práticas em função das circunstâncias que o cercam.

HABILIDADES DOS EXECUTIVOS:

Habilidade técnica: Engloba a capacidade de aplicação de conhecimento ou especialidade especifica.

Habilidade Humana: É a capacidade de trabalhar com outras pessoas, compreendendo-as e motivando-as, tanto individualmente como em grupos, define habilidades humanas. Muitas pessoas são tecnicamente proficientes, mas incompetentes nos relacionamentos interpessoais.

Habilidades conceituais: Habilidades conceituais auxiliam avaliação executivo, que fica com incumbência de diagnosticar situações complexas, desenvolver soluções e alternativa para s

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